O Cantinho da Angola nasceu da mão e do tempero de Elizabeth. É comida feita com afeto, na tradição angolana, servida com o calor carioca de Ramos. A identidade traduz esse encontro: as cores da bandeira de Angola, a geometria do tecido típico africano de Angola, e o retrato da cozinheira que dá alma ao lugar.
Ainda jovem, Elizabeth deixou Angola com o marido em busca de novas oportunidades no Brasil. Hoje ela honra suas raízes todos os dias com seu trabalho, com um talento excepcional para cozinhar, unindo povos e a cultura afro-brasileira com sabor e raízes.
"Já tentaram descobrir o meu segredo, até mesmo copiar a forma que eu faço. Mas eu realmente entendi que cozinhar é um dom que Deus me deu"
De fato, os feedbacks confirmam que cada um que prova da comida do Cantinho da Angola sente um pedacinho do céu.
Peixe frito na hora, do jeito de Angola, servido com farofa, pirão e muito limão. Comer com o pé na areia, ou pra viagem. Pratos de camarão, corvina e sardinha em porções generosas — quase nunca a gente consegue dizer se comem 2 ou 5. Depende da fome. Mas é com fartura.
O Cantinho da Angola integra o Desenvolvimento dos Pequenos Negócios do Mar, projeto de apoio do SEBRAE a pequenos negócios de gastronomia — fortalecendo empreendedoras como Elizabeth do Piscinão de Ramos ao mercado.
Pé na areia. Referência: quiosque quase chegando na curva do lado esquerdo, no miolo do maior movimento do Piscinão.